Também eu digo: NÃO Minha terra?... Oh!... Então, que diacho de expressão é esta em português?!... Dois-mil-e-oito a correr e Portugal a aprender a dizê-la em irlandês... Minha terra, era uma vez a singela pequenez que se agigantou, porém, agora, com tanta raça, pergunto ao vento que passa: a minha terra é de quem?!... Pronto, está bem, não é minha, a bela terra que eu tinha passou de ser a não ser, e se disso me envergonho, resta no ventre do sonho a terra onde hei-de morrer...

COLHIDA FATAL Se não marra, o touro é manso, e o homem, além de tanso, se o for, 'inda é pior, já que em lide, um par de cornos, só no touro, tais adornos, fazem do bicho o maior. Quanto a vacas, meus senhores, pelos diversos valores que o gado tem prás touradas, as chocas se fazem jeito têm enorme despeito das vacas que são sagradas. Já fui um grande toureiro, pegador, bandarilheiro, posto em ombros, triunfei, mas um dia, há sempre um dia, foi colhido na mania~ e nunca mais me levantei!...

Oh!... Lá se vai a vontade... Para onde?... Ninguém sabe, mas quer se queira ou não, a vontade desde sempre vai morrendo lentamente e acaba em submissão. Quem julgar modificado o que viveu no passado em relação ao presente, está simplesmente iludido na mesma coisa envolvido como se fosse diferente. Se um homem com outro homem entre as regras que se tomem podem ser hoje um casal, o que está a acontecer como fruta a apodrecer o que ´de que tem de anormal?... O ar, a água e o pão, são ainda ou não são

CEM PALAVRAS À LUZ DA DEMOCRACIA DESIRLANDESA Estará explícito que Durão Barroso, enquanto primeiro-ministro de Portugal, além de permitir ou ignorar o tráfico de suspeitos de terrorismo através das Lages com destino ao sepulcro-vivo de Guantâmano, foi convicto apoiante de Bush na criminosa invasão do Iraque? De imediato, sob a providente influência de Blair, assumindo o prémio pela relevante prestação, abandonou inescrupulosa e inopinadamente o governo do país para se instalar em Bruxelas. Ora, se tais factos se desenrolaram em nome da Democracia, assim como outras hediondas acções e carnificinas tiveram lugar em nome de Deus, como é possível aceitar os «democratas» que invertem o édito eleitoral e se distinguem pelo abuso de privilégios arbitrários?